Sabe aquela vontade que vem e passa? Sinto que minha relação com este blog é assim… eu só apareço aqui qdo tenho um clique e quero escrever. Fico muito insatisfeito por não ter uma regularidade, mais textos por aqui, mais contato. Bem, que se foda.
Não lembro bem quando vim aqui pela última vez. Muito tempo passou, trabalhei para caralho no GP do Brasil (mas não fui pra Interlagos, merda!) e entrei de férias (ou em férias, não sei direito, preciso pesquisar). Ah, e teve meu aniversário no meio de tudo isso. A idade das piadinhas prontas, 24 anos. Com tanto trabalho e coisas na cabeça, quase esqueci do meu próprio niver. Ainda bem que meus amigos não fizeram com que eu esquecesse dele.
Sobre as férias, são loucas, pq amanhã vou interrompê-las para trabalhar na Granja Viana. Mas jah aproveitei bem o começo delas. E é disso que quero falar.
Três shows em quatro dias. Uma experiência sensacional. Espero repetir isso mais vezes na vida.
Sábado, dia 8, Planeta Terra na Villa dos Galpões, foi a vez do Offspring. Tenho de dar o braço a torcer e concordar que o som deles está datado. Mas que se foda, é bom para caralho. Ao ouvir os primeiros acordes de “All I Want”, a eletricidade tomou conta do meu corpo. Não cantava as músicas, eu as berrava. Queria muito ouvir “Gone Away” ao vivo, um dos meus muitos sonhos. Esse foi concretizado.
Domingo, dia 9, Via Funchal, hora do Maroon 5. Isso mesmo, Maroon 5. “Você é gay, Marcus”, diz vc que odeia esta banda. Sou nada, digo eu. Sou é esperto, além de tudo. Eles são bons. Muitas músicas deles são vibrantes, animadas, bonitas, emocionantes. O Adam Levine canta pra burro. E… vai muita gata nesse show. É um paraíso para quem curte. Eu curto, e muito. As minas e o Maroon 5. Showzaço.
Mas o melhor ficaria mesmo para o final. O mais esperado. O primeiro que comprei. Terça, dia 11, Via Funchal de novo, R.E.M.
Vou confessar… não sabia muitas músicas deles. Mas sempre gostei da banda. São contemporâneos do U2, a top das tops das tops. Michael Stipe, um cara extremamente politizado. Letras inteligentes. Melodias hipnotizantes. Um puta baixista, um grande guitarrista. Não podia perder.
E saí da Via certo de que vi o melhor show de todos. Só não supera o do U2 pq aí não tem como. Mas chega perto. Descobri muitas músicas, e esse era meu objetivo. Ver o que eles tinham de bom além da manjada “Losing My Religion” (que é clássica e fodida!). Juro que nunca ouvi Orange Crush. E fiquei com a parte cantada pelo Mike Mills, que dá título a esse post, na cabeça… não a paro de cantar.
Com momentos épicos, saí mais do que satisfeito do Via nesta terça. Não só com o R.E.M., mas com tudo que passei nesses três shows fantásticos que entraram na minha galeria, liderada brilhantemente pela Vertigo Tour inesquecível. E ainda tem Madonna em dezembro.. mas vou confessar que tô indo mais no embalo nessa. Será que mais alguém fez essa sequência absurda? Rs. Sou muito eclético (ô marra!).
Animal. Só tô puto com a quantidade de dinheiro que tô gastando, preciso fechar o bolso, porra!