Estou atrasado nesse assunto, então vou ser objetivo.
Don’t stop ‘til get enough. Esse é o nome de uma das minhas músicas favoritas do MJ. Não pare enquanto não for suficiente.
Ainda não era suficiente. Se o destino fosse justo, deixava-o fazer, ao menos, mais um show. A despedida. A saída por cima. Para relembrar quem já sabia e mostrar a quem não conhecia que ele era o maior artista pop de todos os tempos.
Por mais que sua obra seja rica e eterna, ficou a imagem final, do cara estranho, em decadência, destacado mais pelas excentricidades do que por seu trabalho fantástico.
A ironia é que a morte trouxe o mito MJ de volta. Voltou a dominar as paradas de sucessos. Roubou todas as posições entre os dez álbuns mais vendidos no momento. Voltou a ser o que era.
Mas mesmo assim… don’t stop ‘til get enough. Faltou um show. Uma última performance. Para sair de cena da maneira que merecia. Assim como fizeram outros reis, como Pelé e Michael Jordan.
E numa visão mais egoísta… vai ficar essa lacuna na minha vida musical. Nunca vi MJ ao vivo. E nem vou ver. Sorte do meu irmão, que viu isso aqui no Morumbi, em 1993:
Valeu, Michael. Eu prometo que não vou parar enquanto não for suficiente.
E aquela velha história de uma pessoa só ser realmente reconhecida depois de sua morte aconteceu de novo.
Todo mundo tirava sarro da cara do Michael, fazia brincadeirinhas preconceituosas e de mau gosto e não estava nem aí se isso ia causar algo ruim a ele ou não.
Depois que morreu, virou o mito, a lenda, o melhor de todos (sempre foi). Essas mesmas pessoas que faziam piadas passaram a amá-lo e idolatrá-lo. Alguns, que o chamavam de “pedófilo” e outras ofensas, passaram a dizer que sempre acreditaram em sua inocência.
Nunca fui de ficar ouvindo MJ, mas, sei lá, estranho né. As pessoas são muito engraçadas mesmo.
Madonna agora é a última lenda viva do pop! Que nada de ruim aconteça a ela, pois, dessa sim, eu sou fã!
viadinho de merda……….não ganha nada otário……..